De um lado, variantes do novo coronavírus que podem ter aumentado o número de transmissões do vírus, e de outro, apesar de ainda lenta, a vacinação já começa a dar mostra, mesmo que gradativas, de redução no número de casos em idosos acima de 80 anos, o grupo mais vulnerável à doença. E ao contrário do perfil predominante no início da pandemia, os jovens adultos passaram a ser mais acometidos pelo covid-19 no Distrito Federal.

 

Segundo a Médica intensivista do Hospital Santa Marta, em Brasília, AdeleVasconcelos houve um alta presença de pacientes mais jovens nos últimos 15 dias nas UTIs, demandando o envolvimento de toda a equipe. “Não chegamos a ver isso na primeira onda”, diz. Além das variantes, para ela, as festas de fim de ano e o carnaval, além do fato de as pessoas terem voltado a trabalhar presencialmente, estariam por trás da mudança da faixa etária nas UTIs. “Significa que precisamos insistir na prevenção da doença e explicar para as pessoas que o jovem também pega a doença, também fica grave. Não é uma doença que escolhe quem vai ficar grave, que atinge só os velhos. Qualquer pessoa pode ter. Tem que se educar”, observou.

 

Além de um aumento no número de pacientes mais jovens (abaixo dos 60 anos) com covid-19 nas Unidades de Terapia Intensiva, autoridades e especialistas apontam um aumento no tempo de internação –– o que ajuda a explicar, também, a alta taxa de ocupação de UTIs que temos visto em vários estados brasileiros.

 

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